Desemprego em Portugal

Está hoje a ser noticiado que a taxa de desemprego em Portugal subiu para 10.9% em Maio, mas será que que desses quase 11% estarão todos efectivamente desempregados, ou estão a auferir rendimentos sem declarar nada para manterem o Subsidio de Desemprego??

Estamos no Verão em qualquer esplanada que se vai na praia, é se atendido pessoas que trabalham na area sazonalmente será que alguem faz descontos? quantos é que alem do salario que auferem e não declaram recebem também fundo de desemprego?

Já para não falar no eternos “Biscateiros” que são paus para toda a obra, com um unico senão “Não há factura!!”, quantos destes receberão também o fundo de desemprego como um extra??

Não posso deixar de referir algo que vi à pouco tempo num jornal em que havia sido desmantelada uma rede de trafico e que todos os elementos estavam a receber o Rendimento Social de Inserção, apesar de se deslocarem em grandes carros e mostrarem vários sinais exteriores de riqueza.

Quantos “chulos”, quantos traficantes, quantos ladrões estarão a receber fundos de desemprego? ou Rendimento minimo de inserção??

Novas Regras Subsidio de Desemprego para Julho

O novo regime do subsídio de desemprego que obriga os desmepregados a aceitar trabalhar por salários mais baixos entrará em vigor no dia 1 de Julho.

Quem já está a receber subsídio de desemprego manterá o valor da prestação, mas será obrigado a aceitar propostas de trabalho por um salário mais baixo do que até aqui. Nos primeiros 12 meses de desemprego, as pessoas terão que aceitar as ofertas de trabalho – dentro da sua formação e competências – que lhes ofereça um salário dez por cento superior ao valor do subsídio de desemprego. Do 13º mês em diante, é considerado emprego conveniente o que propuser um salário de valor igual ao subsídio.
Na lei que ainda está em vigor as regras eram bem diferentes: os desempregados só eram obrigados a aceitar trabalhos nos primeiros seis meses por remuneração 25 por cento acima da prestação e a partir do sétimo mês tinha que haver uma majoração de dez por cento.
Os desempregados que se inscreverem nos centros de emprego a partir de 1 de Julho, além do novo conceito de emprego conveniente, terão de contar com um novo limite ao valor do subsídio. É que a prestação não poderá ser superior a 75 por cento do salário ilíquido que o desempregado recebia quando estava no activo.
Este novo limite irá a generalidade dos desempregados com salários a partir dos 516 euros. São excepção os trabalhadores que tinham salários muito baixos, que continuam protegidos pela regra que impede que o subsídio seja inferior a 419,22 euros, e os que recebiam salários elevados que continuam a ter a regra travão que impõe como limite máximo do subsídio os 1257 euros.

Fonte: Artigo Original do Jornal Publico